segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Caminhos internos

A vida se apresenta em camadas. Etapas queimadas sob um tempo que passa e não volta mais. Mas o que passou serve de entrada para o novo que vem e exige estrada, experiência palpada de quem aprendeu com a lembrança que voltou à mente, neste dia quente, que exige uma resposta urgente, enquanto o ritmo da vida corre rapidamente.

A conclusão é que devemos ser crentes com aquilo que vem da gente. Pois compreender o que não é permanente é dar lugar à vida, à tranqüilidade permitida pelo imenso acontecimento que gira lá fora, parecendo ser menor.

Enxuguemos o suor. Utilizemos um sorriso de satisfação ao compreender o melhor pra si mesmo e, conseqüentemente, para quem estiver ao nosso redor.

Marcello

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Calma. Deixe o coração trabalhar.

Sempre chega o ponto em que as escolhas se tornam cruciais. Assim, o importante é consultar o coração. Pois quando há muitas possibilidades, sempre existirá uma guerra entre os pontos positivos e negativos.

Esta turbulência desequilibra o caminhar contínuo. Cabe a nós traduzirmos este momento em força. Uma força capaz de potencializar a tranqüilidade que permanece inquieta, impedindo a conexão aos sentimentos situados no coração.

Por isso, amplifique a calma para poder ouvir o raciocínio. Só assim o pensamento trabalhará silenciosamente até achar a resposta que parece oculta, mas estará sempre dentro de nós, no coração.


Marcello

domingo, 7 de outubro de 2007

Mergulho

Quando tudo parece mais pesado, dificultando a nossa caminhada, há sempre uma luz para quem resiste.

O peso geralmente é colocado por nós mesmos. Então, se colocamos, também podemos tirar. Torna-se uma questão de equilíbrio.

A busca deve ser constante. Não por ali onde todos possam ver, mas aqui, onde nos encontramos sozinhos, descobrindo-nos.

Mergulhe. Não prenda o ar. Respire o que há para enfrentar internamente.

E pensemos: se houvesse algo mais difícil do que agora é para todos nós, estaríamos fazendo o difícil, pois não seria.

Marcello

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

A felicidade não está à venda

Para aprender é preciso saber errar, mas é triste perceber que erramos e muitas vezes não sabemos interpretar que muitas coisas acontecem querendo mostrar os exageros que não percebemos, pois já sabemos normalizar.

Podemos até pensar em coisas bonitas, mas a matéria transforma e esquecemos tudo o que pensamos certo dia. Pois já sabemos conviver com este problema em nossa rotina.

De qualquer forma é bom saber que há algumas pessoas que se dão conta de que certas tristezas existem! Pessoas que são a esperança àquelas que ainda não estão prontas para perceberem que não precisamos de tudo, mas tudo precisa de nós.

Uma missão difícil, mas não impossível. Pois o que se torna impossível de se ter é material. E hoje muito temos e não vemos, porque o nosso sorriso será sempre emocional. E o nosso sorriso jamais deverá ter preço.

Marcello