Quem nunca ouviu falar no ditado: “o de cima sobe e o de baixo desce”?
Na linguagem material esta frase ataca a cultura social com muita razão. E, digo com razão, pois não há interpretação emocional.
Agora você pergunta: “como assim? Estamos demonstrando preocupação com os mais fracos. Isto é sensibilidade.”
Certo, terá razão mais uma vez. Mas para entendermos o objetivo desta reflexão, vamos desconstruir este ditado, fugindo da interpretação imposta a ele. Utilizaremos apenas a emoção, ou seja, poderá consultar a mesma sensibilidade que te fez ter razão anteriormente.
Quando se diz “o de cima”, falamos dos ricos, julgando apenas o material. Já o “de baixo”, jamais subirá ao ser conduzido por nossa razão. Isto porque as aparências nos mostram os que têm e os que possuem nada. Mas será mesmo?
Quando este texto fala em emocional, é no sentido de que devemos olhar a essência de cada pessoa. Dessa forma, mediremos a riqueza através da existência significativa. Ou seja, quanto mais caráter, mais rico será.
Assim, se o de cima subir significa que este representa ser um ótimo ser humano, mas se descer irá se juntar a estes que podem ser ricos em matéria, mas pobres em espírito, motivando o sofrimento alheio.
Esta interpretação nos permite afirmar que existem pobres ricos e ricos em dobro, ou pobres em dobro e ricos pobres. É uma questão de ação, reação. Nossas atitudes nos julgam. Cabe a nós escolhermos se iremos subir ou descer, sendo pobre ou rico.
A matéria e os acontecimentos sempre serão reflexos do nosso merecimento. Então, se “o de cima sobe”, o de baixo também poderá subir. E aqueles que se julgam estar em cima com razão, cuidado para não despencarem. E você que lê este texto, está onde?
Marcello
Na linguagem material esta frase ataca a cultura social com muita razão. E, digo com razão, pois não há interpretação emocional.
Agora você pergunta: “como assim? Estamos demonstrando preocupação com os mais fracos. Isto é sensibilidade.”
Certo, terá razão mais uma vez. Mas para entendermos o objetivo desta reflexão, vamos desconstruir este ditado, fugindo da interpretação imposta a ele. Utilizaremos apenas a emoção, ou seja, poderá consultar a mesma sensibilidade que te fez ter razão anteriormente.
Quando se diz “o de cima”, falamos dos ricos, julgando apenas o material. Já o “de baixo”, jamais subirá ao ser conduzido por nossa razão. Isto porque as aparências nos mostram os que têm e os que possuem nada. Mas será mesmo?
Quando este texto fala em emocional, é no sentido de que devemos olhar a essência de cada pessoa. Dessa forma, mediremos a riqueza através da existência significativa. Ou seja, quanto mais caráter, mais rico será.
Assim, se o de cima subir significa que este representa ser um ótimo ser humano, mas se descer irá se juntar a estes que podem ser ricos em matéria, mas pobres em espírito, motivando o sofrimento alheio.
Esta interpretação nos permite afirmar que existem pobres ricos e ricos em dobro, ou pobres em dobro e ricos pobres. É uma questão de ação, reação. Nossas atitudes nos julgam. Cabe a nós escolhermos se iremos subir ou descer, sendo pobre ou rico.
A matéria e os acontecimentos sempre serão reflexos do nosso merecimento. Então, se “o de cima sobe”, o de baixo também poderá subir. E aqueles que se julgam estar em cima com razão, cuidado para não despencarem. E você que lê este texto, está onde?
Marcello
