Nada é por acaso. Tudo acontece havendo uma razão. Mas não pensemos que coisas ruins acontecem apenas por merecimento de uma má conduta. Muitas vezes essas coisas ruins vêm para somente nos dar um aviso.
E quando isto acontece chega o momento de mudar. Alterar o curso, pois se mantermos as coisas pensando ser algo justo, um merecimento por ter tido um comportamento inadequado, poderemos deixar passar a oportunidade de acordarmos.
É bastante complexo, mas vamos tentar entender.
O erro, ou coisa ruim, pode ser encarado de duas formas. Se for por merecimento a gente enfrentará a dificuldade com individualidade, tendo coadjuvantes colaborando com os fatos, mas a raiz do problema seremos nós. Este tipo de erro é muito mais simples de interpretarmos e corrigirmos. Pois se diz respeito a nós e a mais ninguém.
Já a outra forma é quando a coisa ruim for apenas um alerta. Neste caso outra pessoa será a raiz do problema. A gente formará os coadjuvantes da situação, podendo simplesmente optar pelo amadurecimento e afastamento da coisa ruim.
“Mas a presença de uma pessoa com problemas em nossa vida possui uma razão. Devemos realmente nos afastar?”
Entendemos o seguinte: as pessoas com problemas surgem justamente para nos deixar mais prontos, ou seja, de nada adianta uma pessoa aparecer sendo a raiz do problema se nós, como coadjuvantes, não absorvermos o que aquilo representa. Nosso papel é ter a coisa ruim como referência para nós mesmos, não querendo que ela mude, pois não é direito. Então, muitas vezes se afastar é conseqüência e não uma escolha. Caberá a pessoa com problemas aceitar mudar ou não, evitando assim o nosso afastamento.
E acreditemos: muitas pessoas se julgam saber, mas continuam convivendo com o mesmo erro, onde a raiz do problema é a outra pessoa que não optou por mudar. Assim, vivem numa hipnose sem esperança de acordar. O problema com seus coadjuvantes adormecidos.
Marcello
E quando isto acontece chega o momento de mudar. Alterar o curso, pois se mantermos as coisas pensando ser algo justo, um merecimento por ter tido um comportamento inadequado, poderemos deixar passar a oportunidade de acordarmos.
É bastante complexo, mas vamos tentar entender.
O erro, ou coisa ruim, pode ser encarado de duas formas. Se for por merecimento a gente enfrentará a dificuldade com individualidade, tendo coadjuvantes colaborando com os fatos, mas a raiz do problema seremos nós. Este tipo de erro é muito mais simples de interpretarmos e corrigirmos. Pois se diz respeito a nós e a mais ninguém.
Já a outra forma é quando a coisa ruim for apenas um alerta. Neste caso outra pessoa será a raiz do problema. A gente formará os coadjuvantes da situação, podendo simplesmente optar pelo amadurecimento e afastamento da coisa ruim.
“Mas a presença de uma pessoa com problemas em nossa vida possui uma razão. Devemos realmente nos afastar?”
Entendemos o seguinte: as pessoas com problemas surgem justamente para nos deixar mais prontos, ou seja, de nada adianta uma pessoa aparecer sendo a raiz do problema se nós, como coadjuvantes, não absorvermos o que aquilo representa. Nosso papel é ter a coisa ruim como referência para nós mesmos, não querendo que ela mude, pois não é direito. Então, muitas vezes se afastar é conseqüência e não uma escolha. Caberá a pessoa com problemas aceitar mudar ou não, evitando assim o nosso afastamento.
E acreditemos: muitas pessoas se julgam saber, mas continuam convivendo com o mesmo erro, onde a raiz do problema é a outra pessoa que não optou por mudar. Assim, vivem numa hipnose sem esperança de acordar. O problema com seus coadjuvantes adormecidos.
Marcello

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