Tudo começa através de um roteiro pré-definido. Absorvemos o que nos é passado, interagindo com o nosso meio. Inicialmente parece darmos ouvidos apenas à voz do inconsciente, transformando-nos na criança que fala sozinha ao brincar com o que vem do pensamento.
Mas isto tudo é passageiro. Logo crescemos e o consciente surge como uma pancada, colocando-nos diante de uma overdose de informações. Neste instante apenas a sensibilidade poderia nos levar de volta ao inconsciente. Para aqueles que não alcançaram tal percepção, durante esta etapa parecem se perder na aparência do mundo externo. Mas tenhamos calma!
As escolhas sempre vêm para nos oferecer diversas chances de mergulharmos novamente em nós mesmos. Seja ainda na adolescência, na fase adulta ou na terceira idade. O importante disto tudo – e por que não considerar um dos objetivos da vida – seria obtermos uma terceira visão do que chamamos realidade.
Esta visão consistiria no equilíbrio entre o mundo externo e o nosso inconsciente, ou seja, seria a soma do que somos com o que temos. Isto nos daria uma percepção de vida ainda mais rica, algo único. Mas para chegarmos a este estágio precisaríamos, antes de tudo, ter muito amor em nós. Somente com o amor poderíamos alcançar tal percepção. Este sentimento é a chave para ampliarmos cada vez mais o poder que todos possuem: a observação racional sensitiva. A terceira visão de mundo.
PS: O tema deste texto me ocorreu graças a uma conversa muito rica que tive com meu amigo Sammy Klein Ross.
Marcello
Mas isto tudo é passageiro. Logo crescemos e o consciente surge como uma pancada, colocando-nos diante de uma overdose de informações. Neste instante apenas a sensibilidade poderia nos levar de volta ao inconsciente. Para aqueles que não alcançaram tal percepção, durante esta etapa parecem se perder na aparência do mundo externo. Mas tenhamos calma!
As escolhas sempre vêm para nos oferecer diversas chances de mergulharmos novamente em nós mesmos. Seja ainda na adolescência, na fase adulta ou na terceira idade. O importante disto tudo – e por que não considerar um dos objetivos da vida – seria obtermos uma terceira visão do que chamamos realidade.
Esta visão consistiria no equilíbrio entre o mundo externo e o nosso inconsciente, ou seja, seria a soma do que somos com o que temos. Isto nos daria uma percepção de vida ainda mais rica, algo único. Mas para chegarmos a este estágio precisaríamos, antes de tudo, ter muito amor em nós. Somente com o amor poderíamos alcançar tal percepção. Este sentimento é a chave para ampliarmos cada vez mais o poder que todos possuem: a observação racional sensitiva. A terceira visão de mundo.
PS: O tema deste texto me ocorreu graças a uma conversa muito rica que tive com meu amigo Sammy Klein Ross.
Marcello
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